Domingo, Agosto 03, 2008
Domingo, Abril 06, 2008
Quinta-feira, Setembro 06, 2007
Eurobasket 2007

Terça-feira, Agosto 14, 2007
Segunda-feira, Julho 30, 2007
Terça-feira, Maio 29, 2007
Quinta-feira, Maio 24, 2007
Sábado, Maio 19, 2007
Segunda-feira, Maio 14, 2007
Quinta-feira, Maio 10, 2007
Domingo, Abril 29, 2007
Museu Salazar
- 1931, o estudante Branco é morto pela PSP, durante uma manifestação no Porto;
- 1932, Armando Ramos, jovem, é morto em consequência de espancamentos; Aurélio Dias, fragateiro, é morto após 30 dias de tortura; Alfredo Ruas, é assassinado a tiro durante uma manifestação em Lisboa;
- 1934, Américo Gomes, operário, morre em Peniche após dois meses de tortura; Manuel Vieira Tomé, sindicalista ferroviário morre durante a tortura em consequência da repressão da greve de 18 de Janeiro; Júlio Pinto, operário vidreiro, morto à pancada durante a repressão da greve de 18 de Janeiro; a PSP mata um operário conserveiro durante a repressão de uma greve em Setúbal
- 1935, Ferreira de Abreu, dirigente da organização juvenil do PCP, morre no hospital após ter sido espancado na sede da PIDE (então PVDE);
- 1936, Francisco Cruz, operário da Marinha Grande, morre na Fortaleza de Angra do Heroísmo, vítima de maus tratos, é deportado do 18 de Janeiro; Manuel Pestana Garcez, trabalhador, é morto durante a tortura;
- 1937, Ernesto Faustino, operário; José Lopes, operário anarquista, morre durante a tortura, sendo um dos presos da onda de repressão que se seguiu ao atentado a Salazar; Manuel Salgueiro Valente, tenente-coronel, morre em condições suspeitas no forte de Caxias; Augusto Costa, operário da Marinha Grande, Rafael Tobias Pinto da Silva, de Lisboa, Francisco Domingues Quintas, de Gaia, Francisco Manuel Pereira, marinheiro de Lisboa, Pedro Matos Filipe, de Almada e Cândido Alves Barja, marinheiro, de Castro Verde, morrem no espaço de quatro dias no Tarrafal, vítimas das febres e dos maus tratos; Augusto Almeida Martins, operário, é assassinado na sede da PIDE (PVDE) durante a tortura ; Abílio Augusto Belchior, operário do Porto, morre no Tarrafal, vítima das febres e dos maus tratos;
- 1938, António Mano Fernandes, estudante de Coimbra, morre no Forte de Peniche, por lhe ter sido recusada assistência médica, sofria de doença cardíaca; Rui Ricardo da Silva, operário do Arsenal, morre no Aljube, devido a tuberculose contraída em consequência de espancamento perpetrado por seis agentes da Pide durante oito horas; Arnaldo Simões Januário, dirigente anarco-sindicalista, morre no campo do Tarrafal, vítima de maus tratos; Francisco Esteves, operário torneiro de Lisboa, morre na tortura na sede da PIDE; Alfredo Caldeira, pintor, dirigente do PCP, morre no Tarrafal após lenta agonia sem assistência médica;
- 1939, Fernando Alcobia, morre no Tarrafal, vítima de doença e de maus tratos;
- 1940, Jaime Fonseca de Sousa, morre no Tarrafal, vítima de maus tratos; Albino Coelho, morre também no Tarrafal; Mário Castelhano, dirigente anarco-sindicalista, morre sem assistência médica no Tarrafal;
- 1941, Jacinto Faria Vilaça, Casimiro Ferreira; Albino de Carvalho; António Guedes Oliveira e Silva; Ernesto José Ribeiro, operário, e José Lopes Dinis morrem no Tarrafal;
- 1942, Henrique Domingues Fernandes morre no Tarrafal; Carlos Ferreira Soares, médico, é assassinado no seu consultório com rajadas de metralhadora, os agentes assassinos alegam legítima defesa (?!); Bento António Gonçalves, secretário-geral do P. C. P. Morre no Tarrafal; Damásio Martins Pereira, fragateiro, morre no Tarrafal; Fernando Óscar Gaspar, morre tuberculoso no regresso da deportação; António de Jesus Branco morre no Tarrafal;
- 1943, Rosa Morgado, camponesa do Ameal (Águeda), e os seus filhos, António, Júlio e Constantina, são mortos a tiro pela GNR; Paulo José Dias morre tuberculoso no Tarrafal; Joaquim Montes morre no Tarrafal com febre biliosa; José Manuel Alves dos Reis morre no Tarrafal; Américo Lourenço Nunes, operário, morre em consequência de espancamento perpetrado durante a repressão da greve de Agosto na região de Lisboa; Francisco do Nascimento Gomes, do Porto, morre no Tarrafal; Francisco dos Reis Gomes, operário da Carris do Porto, é morto durante a tortura;
- 1944, general José Garcia Godinho morre no Forte da Trafaria, por lhe ser recusado internamento hospitalar; Francisco Ferreira Marques, de Lisboa, militante do PCP, em consequência de espancamento e após mês e meio de incomunicabilidade; Edmundo Gonçalves morre tuberculoso no Tarrafal; assassinados a tiro de metralhadora uma mulher e uma criança, durante a repressão da GNR sobre os camponeses rendeiros da herdade da Goucha (Benavente), mais 40 camponeses são feridos a tiro.
- 1945, Manuel Augusto da Costa morre no Tarrafal; Germano Vidigal, operário, assassinado com esmagamento dos testículos, depois de três dias de tortura no posto da GNR de Montemor-o-Novo; Alfredo Dinis (Alex), operário e dirigente do PCP, é assassinado a tiro na estrada de Bucelas; José António Companheiro, operário, de Borba, morre de tuberculose em consequência dos maus tratos na prisão;
- 1946, Manuel Simões Júnior, operário corticeiro, morre de tuberculose após doze anos de prisão e de deportação; Joaquim Correia, operário litógrafo do Porto, é morto por espancamento após quinze meses de prisão;
- 1947, José Patuleia, assalariado rural de Vila Viçosa, morre durante a tortura na sede da PIDE;
- 1948, António Lopes de Almeida, operário da Marinha Grande, é morto durante a tortura; Artur de Oliveira morre no Tarrafal; Joaquim Marreiros, marinheiro da Armada, morre no Tarrafal após doze anos de deportação; António Guerra, operário da Marinha Grande, preso desde 18 de Janeiro de 1934, morre quase cego e após doença prolongada;
- 1950, Militão Bessa Ribeiro, operário e dirigente do PCP, morre na Penitenciária de Lisboa, durante uma greve de fome e após nove meses de incomunicabilidade; José Moreira, operário, assassinado na tortura na sede da PIDE, dois dias após a prisão, o corpo é lançado por uma janela do quarto andar para simular suicídio; Venceslau Ferreira morre em Lisboa após tortura; Alfredo Dias Lima, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Alpiarça;
- 1951, Gervásio da Costa, operário de Fafe, morre vítima de maus tratos na prisão;
- 1954, Catarina Eufémia, assalariada rural, assassinada a tiro em Baleizão, durante uma greve, grávida e com uma filha nos braços;
- 1957, Joaquim Lemos Oliveira, barbeiro de Fafe, morre na sede da PIDE no Porto após quinze dias de tortura; Manuel da Silva Júnior, de Viana do Castelo, é morto durante a tortura na sede da PIDE no Porto, sendo o corpo, irreconhecível, enterrado às escondidas num cemitério do Porto; José Centeio, assalariado rural de Alpiarça, é assassinado pela PIDE;
- 1958, José Adelino dos Santos, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR, durante uma manifestação em Montemor-o-Novo, vários outros trabalhadores são feridos a tiro; Raul Alves, operário da Póvoa de Santa Iria, após quinze dias de tortura, é lançado por uma janela do quarto andar da sede da PIDE, à sua morte assiste a esposa do embaixador do Brasil;
- 1961, Cândido Martins Capilé, operário corticeiro, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Almada; José Dias Coelho, escultor e militante do PCP, é assassinado à queima-roupa numa rua de Lisboa;
- 1962, António Graciano Adângio e Francisco Madeira, mineiros em Aljustrel, são assassinados a tiro pela GNR; Estêvão Giro, operário de Alcochete, é assassinado a tiro pela PSP durante a manifestação do 1º de Maio em Lisboa;
- 1963, Agostinho Fineza, operário tipógrafo do Funchal, é assassinado pela PSP, sob a indicação da PIDE, durante uma manifestação em Lisboa;
- 1964, Francisco Brito, desertor da guerra colonial, é assassinado em Loulé pela GNR; David Almeida Reis, trabalhador, é assassinado por agentes da PIDE durante uma manifestação em Lisboa;
- 1965, general Humberto Delgado e a sua secretária Arajaryr Campos são assassinados a tiro em Vila Nueva del Fresno (Espanha), os assassinos são o inspector da PIDE Rosa Casaco e o subinspector Agostinho Tienza e o agente Casimiro Monteiro;
- 1967, Manuel Agostinho Góis, trabalhador agrícola de Cuba, more vítima de tortura na PIDE;
- 1968, Luís António Firmino, trabalhador de Montemor, morre em Caxias, vítima de maus tratos; Herculano Augusto, trabalhador rural, é morto à pancada no posto da PSP de Lamego por condenar publicamente a guerra colonial; Daniel Teixeira, estudante, morre no Forte de Caxias, em situação de incomunicabilidade, depois de agonizar durante uma noite sem assistência;
- 1969, Eduardo Mondlane, dirigente da Frelimo, é assassinado através de um atentado organizado pela PIDE;
- 1972, José António Leitão Ribeiro Santos, estudante de Direito em Lisboa e militante do MRPP, é assassinado a tiro durante uma reunião de apoio à luta do povo vietnamita e contra a repressão, o seu assassino, o agente da PIDE Coelha da Rocha, viria a escapar-se na "fuga-libertação" de Alcoentre, em Junho de 1975;
- 1973, Amilcar Cabral, dirigente da luta de libertação da Guiné e Cabo Verde, é assassinado por um bando mercenário a soldo da PIDE, chefiado por Alpoim Galvão;
- 1974, (dia 25 de Abril), Fernando Carvalho Gesteira, de Montalegre, José James Barneto, de Vendas Novas, Fernando Barreiros dos Reis, soldado de Lisboa, e José Guilherme Rego Arruda, estudante dos Açores, são assassinados a tiro pelos pides acoitados na sua sede na Rua António Maria Cardoso, são ainda feridas duas dezenas de pessoas.
A PIDE acaba como começou, assassinando. Aqui não ficam contabilizadas as inúmeras vítimas anónimas da PIDE, GNR e PSP em outros locais de repressão. Mas ainda podemos referir, duas centenas de homens, mulheres e crianças massacradas a tiro de canhão durante o bombardeamento da cidade do Porto, ordenada pelo coronel Passos e Sousa, na repressão da revolta de 3 de Fevereiro de 1927. Dezenas de mortos na repressão da revolta de 7 de Fevereiro de 1927 em Lisboa, vários deles assassinados por um pelotão de fuzilamento, à ordens do capitão Jorge Botelho Moniz, no Jardim Zoológico. Dezenas de mortos na repressão da revolta da Madeira, em Abril de 1931, ou outras tantas dezenas na repressão da revolta de 26 de Agosto de 1931. Um número indeterminado de mortos na deportação na Guiné, Timor, Angra e no Cunene. Um número indeterminado de mortos devido à intervenção da força fascista dos "Viriatos" na guerra civil de Espanha e a entrega de fugitivos aos pelotões de fuzilamento franquistas. Dezenas de mortos em São Tomé, na repressão ordenada pelo governador Carlos Gorgulho sobre os trabalhadores que recusaram o trabalho forçado, em Fevereiro de 1953. Muitos milhares de mortos durante as guerras coloniais, vítimas do Exército, da PIDE, da OPVDC, dos "Flechas", etc.
25 de Abril de 2002
“excertos de um texto da Comissão "Abril Revolucionário e Popular"
Domingo, Abril 22, 2007
Domingo, Abril 08, 2007
Vermelho
Passavam poucos minutos da hora em que se deixam de ouvir os pássaros. Numa mão um copo, na outra um pequeno objecto brilhante, agora tingido de vermelho-sangue. A consciência agitada não conseguia parar num único pensamento mas os olhos não largavam o corpo estendido no chão. Como tinha sido capaz? Afinal era apenas mais um lojista cinquentenário cujo acto mais cruel na vida tinha sido ficar com algum troco mais mal calculado pela clientela.
O jantar, cedo como sempre, tinha decorrido em silêncio. O toque do telefone, a raiva, os gritos, a faca agora na mão. Os factos estavam a correr vertiginosamente na sua cabeça mas faltava-lhe o elo para conseguir ligá-los. Não conseguia ver nenhuma imagem do acto em si, mas o corpo estendido no chão da cozinha era indício indesmentível.
Dirigiu-se cambaleante ao armário das bebidas, serviu-se de um copo de uma qualquer bebida forte que bebeu num gole só. Fechou os olhos. Tentou recordar o telefonema. Atendeu, ouviu apenas algumas palavras e o telefone escorregou-lhe pelos dedos adormecidos pelo choque. A raiva. A raiva num grau que segundos antes não imaginara que fosse possível sentir. A raiva. Depois nada. Apenas aquele corpo sem vida à sua frente. Sentou-se no sangue que manchava abundantemente o chão, encostou-se e deixou a mente vaguear. Para sempre.
Sexta-feira, Março 30, 2007
Domingo, Março 25, 2007
Patrões
Trabalhar numa nacional norte-americana tem algumas desvantagens aparentes, nomeadamente em termos da multiplicidade de regras e controlos que regem todas as actividades e que têm de ser escrupulosamente cumpridas. Para quem trabalha profissionalmente, e depois de se "habituar" à cultura da empresa, percebe como isto facilita o trabalho de cada um, sabendo-se com o que se conta e tendo uma orientação a nível corporativo, maximizando em última análise o contributo de cada um.
A vantagem acrescida é não ter o típico patrão português, que com o seu poder de dono, conduz a empresa, por vezes, de acordo com a disposição que acorda pela manhã.
Sábado, Março 24, 2007
Domingo, Fevereiro 18, 2007
Quarta-feira, Janeiro 17, 2007
Domingo, Janeiro 14, 2007
Pousio
Sábado, Novembro 18, 2006
Não querem vender?
Na parte da tarde, em pouco mais de 10 minutos, fomos atendidos por um vendedor Citroen que nos mostrou o carro, tirou-nos as dúvidas, deu-nos preços e ainda nos levou a ver vários exemplares para vermos as cores. Profissionalismo. O stand foi o de Corroios.
Depois queixam-se que o negócio vai mal, esquecem-se que são os clientes que fazem os negócios viver...ou morrer.
Quinta-feira, Novembro 16, 2006
Domingo, Novembro 12, 2006
Quarta-feira, Novembro 01, 2006
Domingo, Outubro 29, 2006
Domingo em casa
Sábado, Outubro 28, 2006
Barão Vermelho

Michael Schumacher deixou para a posteridade a sua marca na F1. Odiado por uns, idolatrado por outros, a verdade é que acabou a carreira batendo todos os recordes existentes até à data, excepto o do número de participações. A discussão sobre se é o melhor piloto de todos os tempos tem tanto de interessante como de inconclusivo. Algumas atitudes pouco desportivas, o facto de ter passado a ocupar um lugar principal após a trágica morte de Ayrton Senna e algum calculismo levado ao extremo levaram a que muitos tenham dificuldade em reconhecer publicamente o seu sucesso. Ninguém pode negar é que Schumacher foi um piloto de sucesso, que soube chegar à Benneton e vencer, chegar à Ferrari e ajudar a tornar a Scuderia numa equipa vencedora, nalgumas épocas até avassaladoramente vencedora. O talento de Schumacher dentro do carro é só comparável à sua capacidade de desenvolvimento do carro, à preserverança, à sua capacidade de motivar o resto da equipa e de saber rodear-se dos elementos mais adequados à concretização dos seus objectivos.
Não conseguiu acabar a carreira como desejava, com o titulo mundial de pilotos, mas acabou com uma grande corrida. O título de pilotos ficou com nuestro hermano Alonso, que merece os parabéns pelo talento, rapidez e consistência. Um talento que já ganhou dois títulos com uma idade em que Schumacher ainda não tinha ganho o seu primeiro. Veremos se conseguirá na McLaren atingir novamente o sucesso. Se conseguir provará estar à altura dos melhores de sempre e tal como Schumacher levar o sucesso atrás de si.
Nova época só para o ano, uma nova era sem Schumacher mas com todos os jovens lobos como Alonso, Raikonnen, Massa, Kovalainen a querem ocupar o lugar mais alto do pódio. Esperemos que o Tiago Monteiro, após uma época fraquinha, se consiga manter na F1 e que a Spyker lhe proporcione o material para poder brilhar.
Sábado, Outubro 21, 2006
Só em Setúbal
Gostaria de saber o que fez por Setúbal e pelos setubalenses este senhor, que por cá foi recebido, com pompa e circunstância, pela Câmara Municipal de Setúbal por ocasião da inauguração de uma casa de apoiantes do seu clube do Norte. Ficou a nossa cidade mais rica com esta "obra" ou é mais um centro descaracterizador da cidade? Não temos clubes na nossa terra, temos de apoiar a implantação de casas de apoiantes de outros clubes cá no burgo? Ainda por cima com o apoio de quem deve defender Setúbal e as suas instituições. Ou será que a senhora presidente estava necessitada de aparecer na televisão e jornais para começar a ser reconhecida visto que não apareceu nos cartazes partidários como candidata à Câmara nas últimas eleições?
Sexta-feira, Outubro 06, 2006
Currículo profissional automóvel

Durante o ultimo ano a(s) minha(s) viatura(s) de trabalho têm sido de rent-a-car. Convém dizer que diariamente uso o automóvel a nível profissional e a minha média de kilometros mensais em seRviço ronda os 4000. Gosto de conduzir pelo que não é para mim um sacrifício todo este "passeio". Uma vantagem associada é o facto de poder ir experimentando diversos marcas e modelos de automovel:
1 - Toyota Avensis SW 2.0 D4D
2 - Peugeot 307 1.6 HDI
3 - Renault Megane 1.5 dci
4 - Opel Astra SW 1.4
5 - VW Golf 1.4 FSI
6 - Toyota Corolla 1.4 D4D
Com este currículo em um ano já estou à espera de uma proposta de emprego de uma qualquer revista sobre automóveis.
Quarta-feira, Outubro 04, 2006
Terça-feira, Outubro 03, 2006
Espectáculos

No passado verão fui ao Fórum Luísa Todi assistir a uma peça de teatro, sessão nocturna num dia de muito calor. Cadeiras pouco confortáveis, sistemas de luz e som sofríveis, aspecto geral de má conservação e ar condicionado avariado. Segundo ouvi entre a assistência, esta "avaria" já tem anos sem resolução, entrando-se no ridículo de se assistir a uma peça de teatro com o publico a abanicar-se e os actores a "meterem" umas piadas referentes ao calor entre o texto da peça.

Ao mesmo tempo que se degrada esta sala nobre de espectáculo da cidade, sem intervenção que se veja, gastou-se milhões num palco ao ar livre no Largo José Afonso. Não sou contra esta construção per si, apenas questiono se a utilização que vai ter justifica o custo elevado e o que tem de se abdicar para suportar esta obra, nomeadamente em termos de recuperação da Luísa Todi, sala muito mais polivalente.
A eventuais interessados...
Quinta-feira, Setembro 28, 2006
Domingo, Setembro 24, 2006
Sexta-feira, Setembro 22, 2006
Domingo, Setembro 17, 2006
Sábado, Setembro 16, 2006
Sexta-feira, Setembro 15, 2006
Hélio (Sousa)

Depois de escrever o texto que se segue no forum não oficial do Vitória, soube que Hélio tinha deixado de ser o treinador do Vitória. Gostaria imenso que o Hélio tivesse tido o maior sucesso à frente do Vitória, mas no momento parece-me a decisão mais acertada. Apesar de tudo, digo sem ironias, obrigado Hélio.
"Sem fazer grandes dramas ou cenas tristes, a época do Hélio como treinador do Vitória deve estar a chegar ao fim. Não há já condições técnicas ou psicológicas para a manutenção do Hélio, passo a explicar, não percebendo eu nada disto:
- Técnicas – Continua a cometer os mesmos erros jogo após jogo, não mostrando evolução. Jogar com Binho, Sandro, Ribeiro, Nandinho e Adalto na mesma equipa é pedir para perder. O Binho não acerta 1 passe, o Sandro, o Ribeiro e o Adalto parece que não sabem o que andam a fazer dentro de campo. A transição defesa ataque do Vitória começa num defesa central que quando olha para o meio campo vê todos escondidos, ninguém vem pegar na bola, a solução é fazer um passe longo para as nossas torres Varela e Lourenço, resultado, perda de bola. A ideia que dá é que os jogadores entram com instruções de “tu jogas no meio campo, tu mais à frente e na esquerda, etc.”, e que este é o esquema táctico do Vitória. Não há fio de jogo, automatismos, compensações, rigor. Não há uma escolha de jogadores e táctica que pareça minimamente acertada, pelo menos na opinião de grande parte de nós. E o Marco Tábuas deve ser o GR com piores condições para o seu lugar entre todos os profissionais em Portugal.
Psicológicos – A equipa tem entrado em campo psicologicamente em baixo, sem garra aparente nem muita vontade. Quando sofre um golo é então o descalabro, simplesmente deixa-se de acreditar e parecem onze tontinhos dentro do campo. O discurso público é mais desmoralizador, quer para os jogadores quer para os adeptos. Vir dizer que a Académica, por exemplo, tem mais hipóteses que nós é esquecer quem ganhou uma Taça de Portugal, fomos a outra final e nos dois últimos anos ficámos à frente deles. Não sei como é o discurso interno para o grupo de trabalho, mas pelo que se vê não tem tido resultados.
Além dos jogadores, também a relação com os adeptos está muito degradada, o que não dá margem para qualquer erro sem começar a ouvir-se contestação das bancadas, o que com certeza não é bom para a motivação do grupo de trabalho. Arriscamo-nos na terça-feira a ver o Hélio a entrar no seu próprio estádio sob um coro de assobios.
Claro que a culpa não é só do Hélio. A constituição do plantel, que acredito tenha pouco do Hélio, também tem algumas deficiências que não se explicam apenas com a nossa falta de dinheiro. É inevitável perguntar porque é que se contratou o Mário Carlos e até o Mamadou e ficámos sem um ponta de lança capaz e sem um defesa direito que, no mínimo, consiga dar luta ao Janício pela titularidade. Os jogadores também não mostram grande vontade e raça de fazer melhor, e não é o treinador que ensina um jogador veterano a fazer passes a 2 metros ou a não fazer atrasos estupidos. São tão responsáveis como o treinador, obviamente uns mais que outros.
O Hélio não sabe mais e pelo menos por agora, ao contrário do que eu queria acreditar, não mostrou nestes meses capacidade de melhorar. Acredito que ele, acima de todos, gostaria de provar que é capaz, trabalha para isso mas deve estar num momento em que já se sente incapaz de dar a volta a uma situação que só ainda não é dramática porque ainda só se jogaram dois jogos para o campeonato. Mas é preciso por a equipa a jogar futebol e a acreditar que é possível ganhar e já não me parece que o Hélio consiga fazer isso.
Agora para sair o Hélio é preciso que se encontre um treinador que se enquadre no perfil técnico e orçamental do Vitória e que esteja preparado para por ordem no balneário sem medo de interesses estabelecidos. Só depois disso é que a direcção deveria reunir-se com o Hélio e encontrarem uma solução que, para mim, passará pelo afastamento do Hélio e do Cardoso do comando da equipa principal mas arranjando-se algum lugar onde possa ser útil ao clube, sem desgostos, sem rancores e agradecendo ao Hélio ter pegado na equipa numa altura tão difícil. Se o Hélio decidir que quer mesmo ser treinador ou se arranja colocação noutra equipa (B ou futebol juvenil) do Vitória ou terá de lhe dar a opção de se ir embora para outro projecto, mantendo-se as portas abertas para outra altura poder voltar, caso entretanto prove que já adquiriu capacidades para treinar o Vitória. O Cardoso tem de ficar no Vitória porque tem contrato, será que não se arranja uma equipa de veteranos para ser adjunto? Alguém sabe quanto tempo ainda tem o Cardoso de contrato ou será que é um contrato sem termo?
Fiquei triste com o fim do jogo, não com a insatisfação dos adeptos com a vergonha que se tinha passado mas com a forma como o demonstraram. A palhaçada dos lenços brancos e a ofensa ordinária não ajuda o Vitória nem dignifica os adeptos do clube (não do Hélio ou jogadores). Há outras maneiras de demonstrar insatisfação.
Foi uma noite triste, muito triste. Terça feira lá estarei para apoiar mais uma vez o meu Vitória."
Quinta-feira, Setembro 14, 2006
Quarta-feira, Setembro 06, 2006
Quarta-feira, Agosto 30, 2006
Sábado, Agosto 26, 2006
Sábado, Agosto 12, 2006
Exemplos - Ver post anterior
Donas de casa desesperadas - Terças -00h30m (SIC)
CSI:NY - Quintas -00h35 (SIC)
Socorro - Sextas - 00h40m (SIC)
Dr. House - Quintas - 00h30 (TVI)
Sopranos - Segundas - 22h30 (2:)
E.R. - Terças - 22h30 (2:)
24 - Quartas (2:)
Aqui estão séries que poderiam preencher uma hora diária de prime-time em qualquer televisão do mundo civilizado. Por cá merecem tratamento discreto, ao mesmo tempo passam em horário nobre três novelas de seguida ou concursos diários com uma hora de duração.
LOST - Perdidos

Uma grande série, que começou apenas como mais uma série interessante e passou a um vício semanal. Obviamente no canal FOX porque a RTP mais uma vez não sabe aproveitar o bom produto que compra e remete esta série para horas incertas mas sempre tardias. Será que o publico não pode ser educado a apreciar boas séries no chamado horário nobre? Nos últimos anos os canais portugueses, os três sem excepção, têm adquirido e exibido excelentes séries, que acredito não serem baratas, mas que têm sido remetidas para horários adequados apenas a quem sofre de insónias, com a agravante de muitas vezes nem sequer ser cumprido esse horário. Vai valendo, para quem tem televisão por cabo, os canais AXN e FOX que diariamente transmitem séries de qualidade a horas e com intervalos reduzidos.
Segunda-feira, Julho 24, 2006
Terça-feira, Julho 11, 2006
Quinta-feira, Junho 15, 2006
Terça-feira, Maio 23, 2006
Quarta-feira, Maio 17, 2006
Quinta-feira, Maio 11, 2006
Terça-feira, Abril 18, 2006
Quinta-feira, Abril 13, 2006
Terça-feira, Abril 11, 2006
Domingo, Abril 09, 2006
E por cá?
"Anuência - Dada aos árbitros de futebol da Nigéria de aceitarem subornos dos clubes desde que as ofertas não influenciem as suas decisões em campo. «Devem apenas fingir que morderam o isco», decretou Fanny Amun, secretário-geral da asociação local de futebol."
Medida brilhante no combate à corrupção desportiva.
Sábado, Abril 08, 2006
Códice de Judas
Mais um indício que a história se reescreve. A veracidade do mesmo, especialmente dos factos nele relatados, é que irá, com certeza, fazer ainda correr muita tinta.
Sexta-feira, Abril 07, 2006
Terça-feira, Abril 04, 2006
Palavras Cruzadas - 04/04/06
“Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”. É com esta esperança que a família vitoriana vive os tempos que correm. O sonho mais imediato passa pela conquista da Taça de Portugal no próximo dia 14 de Maio. O jogo contra o Guimarães, que pôs à prova os corações dos vitorianos, foi mais uma jornada épica com um final que parece tirado de um qualquer romance dramático em que, após várias reviravoltas, o bem triunfa sobre o mal. Jamor, 14 de Maio de 2006; EU VOU (novamente)!
O segundo sonho, mais crucial para o futuro mas também mais difícil de concretizar, passa pelo novo projecto imobiliário no Bonfim, incluindo a construção do novo estádio. A divulgação das linhas mestras pensadas para este projecto, juntamente com os primeiros esboços do estádio, teve uma reacção geral positiva por parte dos associados do Vitoria. Mas não nos enganemos, a concretização deste projecto passa por conseguir ultrapassar muitos obstáculos, sendo que qualquer um deles, por si, pode inviabilizá-lo totalmente. Daí que o presidente tenha apelado a todos os intervenientes para que colaborem, infelizmente para Setúbal temos podido sempre contar com co-incinerações, estradas fechadas anos a fio e sobreiros protegidos; empregos, apoio ao desenvolvimento e crescimento sustentado é que não têm chegado cá com a mesma facilidade. Vamos ver se é desta que se lembram de nós e não apenas por termos bons restaurantes de peixe.
A reunião de dia 31, para além da questão do Estádio em si, serviu para dar a conhecer aos sócios os números, por alto, da realidade económica do Vitória. Os números apresentados são preocupantes, especialmente o elevado passivo do “grupo Vitória” e a situação de falência técnica da SAD, com capitais próprios negativos, isto é, o capital da SAD mais os activos não chegam para cobrir o passivo, muito devido aos cerca de 20 milhões de prejuízo acumulado de exercícios anteriores. Dado que a SAD deu lucro no ano passado, os prejuízos dos anos anteriores, juntamente com as opções tomadas em relação aos activos patrimoniais do clube, são uma âncora pesada que lentamente arrasta oVitória para o fundo. Pelo que tem sido dado a entender, este projecto, ou outro muito semelhante, poderá ser a única forma do Vitória conseguir sanear as suas depauperadas finanças, partindo daí para um futuro com novos horizontes e novas ambições. Se não for esta a oportunidade de todos se unirem em torno do Vitória, poderá não haver outra.
O primeiro balanço ao trabalho da direcção, após esta sessão de esclarecimento, é positivo. Em dois meses mostrou já bastante trabalho, um rumo definido, uma orientação de acordo com o prometido nas eleições e uma ambição que me pareceu para durar. Vão precisar de todo o apoio porque se avizinham meses de muito trabalho e dificuldades. Cá estaremos.
O desenho do Estádio faz prever um Estádio bem bonito, que com certeza não fará o velhinho Bonfim ficar envergonhado de tal descendência
Palavras Cruzadas
Depois de pensar um pouco decidi aceitar o convite. Sou apenas um dos muitos apaixonados anónimos pelo Vitória, mas o [JF] gostou de alguns comentários meus no forum não oficial do Vitória e, mesmo não me conhecendo, decidiu lançar-me o repto. As crónicas são publicadas à terça-feira, excepto por alguma impossibilidade do autor, e versam sempre o Vitória. Dado que o escriba não tem propriamente grande qualidade, valem mais pelo olhar imparcial do que pela qualidade da escrita. Simultaneamente irei postar aqui as crónicas, sendo que as antigas estão ao dispor para leitura no portal. O espaço foi nomeado como "Palavras Cruzadas".
Fica já aqui definida como regra neste blog que sempre que falo do Vitória me refiro ao original, o meu Vitória F.C., nascido em 1910.















Fundação Eugénio de Almeida - Évora



































































